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domingo, 16 de março de 2014

Como Não Perder Essa Mulher

Don Jon – 2013



Nem vou comentar a adaptação maravilhosa do título. O personagem que dá nome ao filme é aquele tipo super preocupado com o corpo, carro e seu desempenho sexual. O cara é viciado em pornografia e sai com uma mulher diferente por noite, até que aparece a Scarlett Johansson (zZz...) e muda essa história. Tudo caricato demais pro meu gosto. Bem pretensiosa a estreia de Joseph Gordon-Levitt como roteirista e diretor. O filme tenta aprofundar uma discussão sobre relações, porém não consegue. Mas ok, reconheço que não é de jeito nenhum uma comédia romântica idiota. Uma piadinha boa ou outra e a ótima atuação de Juliane Moore ajudam muito o filme. Achei médio. 

sábado, 15 de março de 2014

Ela

Her – 2013




Ah, Spike Jonze! Você me deixou sem palavras. Filme lindo, sensível e muito instigante. Assisti sem saber nada, nem a sinopse. Se alguém tivesse me contado que o filme era sobre um homem que se apaixona pelo sistema operacional do seu computador, certamente torceria o nariz. Mas a história é tão bem contada, que fica tudo extremamente natural. Além do mais, é bem fácil imaginar isso num futuro muito próximo, já tem muita gente por aí "em um relacionamento sério" com o iPhone. E os atores estão ótimos! Dá vontade de colocar o Joaquim Phoenix no colo e fazer um cafuné. E como não achar a Scarlett Johansson sensacional, mesmo só escutando sua voz? Torci muito para levar o Oscar, mas como todo mundo já imaginava, ganhou o favorito sem graça. 

12 Anos de Escravidão


12 Years a Slave - 2013



Para mim, mais do mesmo. Ganhou Globo de Ouro, Bafta e Oscar de melhor filme e juro que não entendi o porquê de tanto barulho. Ok, o filme não é ruim, mas fui ficando entediada a medida que o tempo ia passando. A interpretação da vencedora do Oscar, Lupita Nyong’o, é boa, mas nada demais. Fazendo justiça, uma cena me fez ficar retorcida no sofá: um escravo preso com uma corda no pescoço luta para conseguir respirar com os pés raspando no terreno enlameado. Acho que se não tivesse sido tão superestimado eu poderia ter gostado mais do filme.